
O filme é estrelado, escrito e dirigido pela mesma pessoa. Podia se esperar tranquilamente um show de megalomania. Mas não. Josh Radnor (o Ted, de How I Met Your Mother) apresenta um filme muitíssimo bem feito e de uma delicadeza espantosa. A trama é ambientada
Sam (Radnor) é um escritor mal sucedido, perto dos 30 anos que vive sozinho em um apartamento. Atrasado para uma reunião, presencia uma criança ser esquecida pela família no metrô. Compadecido, resolva ajudá-la, mas acaba por não conseguir “se livrar” do garoto e o leva para casa. Em meio a toda essa reviravolta, ele conhece Mississippi (Kate Mara), uma garçonete barra atriz que o encanta desde a primeira vista. A melhor amiga do protagonista é Annie (Malin Akerman), uma paciente de Alopecia amorosamente desiludida. A terceira história é a mais fraca e distante do enredo principal. Envolve a prima de Sam, Mary Catherine (Zoe Kazan) e seu namorado, Charlie (Pablo Schreiber), que dentro de um relacionamento muito longo, começam a enfrentar as primeiras dúvidas e questionamentos sobre seu próprio futuro.
Há de se destacar a naturalidade com que o enredo de desenvolve e como o filme consegue ser enquadrado dentro da categoria “comédia romântica” sem ser nenhum pouco clichê ou melodramático. As atuações, principalmente de Radnor e Mara (uma mulher lindíssima, diga-se de passagem), assim como o restante do elenco, encantam o espectador, fazendo de um filme um tanto despretensioso, tocante e envolvente.
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