Índio comemora seu gol com o capitão Kléber
Parecia outro time. Parecia que o druida Panoramix havia participado da preleção e distribuído doses da sua poção mágica. O Inter começou o jogo voando
E, como não poderia deixar de ser, o Inter perdeu gols. Vários gols. D’Alessandro, Andrezinho, Jô. Todos tiveram suas chances e as desperdiçaram. Após estes minutos iniciais, o Vasco da Gama igualou as ações do jogo, mas nada que pudesse ameaçar a meta defendida pelo bom goleiro Muriel.
Com o segundo tempo, vieram os gols. D’Ale, Índio e Tinga, no finalzinho, anotaram o placar. Destacaram-se Bolatti, que depois de um longo e tenebroso inverno, voltou a jogar bem; Kleber, que por uma “inspiração divina” não esclarecida, resolveu correr e se esforçar; e sobretudo D’Alessandro, dono do time, craque da meia-cancha, enfim, o legítimo camisa 10 do Internacional. Além da já sabida qualidade do garoto João Paulo e a titularidade, ao meu ver incontestável, da dupla de zaga Moledo e Índio.
E enfim, aquele time que acostumou-se ver arrastando-se em campo deu sangue e buscou a vitória até o final. Creio que, infelizmente, essa reação veio tardiamente, mas pelo menos ainda é possível esperar boas atuações desse time.
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